Tem problemas? Tem, sim. Alguns modos de jogo, como Conquista, estão com um tempo de partida ridiculamente curto, durando em média 20 a 25 minutos. Além disso, a margem dos mapas para a entrada na “zona de morte” — aquela área em que o contador para retornar à batalha aparece — é muito estreita, o que atrapalha bastante quem gosta de pilotar veículos aéreos. A campanha também deixa a desejar. Convenhamos: Battlefield só realmente acertou nas campanhas lá atrás, no Bad Company 2, talvez um pouco no 3 e no Battlefield 1. No geral, achei todas bem fracas — a única que me prendeu mesmo foi a do Bad Company 2. Outro ponto negativo é o uso excessivo de CPU. O jogo consome absurdos de processamento. Tenho um Ryzen 9 9900X e o uso ficava em torno de 78% de forma constante, até que criei um arquivo user.cfg para ajustar a quantidade de núcleos alocados aos processos do jogo. Críticas à parte, o jogo é muito bom. Ele traz mecânicas clássicas da franquia, e a destruição de cenários continua interessante — só não espere ver um prédio inteiro desabando como no Battlefield 4, ou vai se decepcionar. No fim, vale a pena testar. Experimente o jogo e, se não agradar, peça reembolso sem medo.
Obrigado, Gaijin, por criar um jogo com uma tech tree que exige quantidades exageradas de XP por avião, praticamente te forçando, indiretamente, a querer comprar premium para upar mais rápido. Que te faz gastar quilos de horas para pegar um avião que você gosta na vida real, ter uma carga de dopamina rápida, porque top tier dura 5 minutos de partida. Se for jogar pra fazer CAS, nem tente amigo, pois essa empresa anula coisas broken com outra coisa broken. Dito isso recomendo, jogar com amigos — é divertido. E se você não levar o jogo tão a sério, dá pra se divertir até. Ah, e Gaijin, eu te perdoo por puxar o saco da Rússia.