resumo das nações do br beta: EUA: básico, mesmo tanque umas 4 vezes nos níveis 3.0 até 6.0 por aí. não é ruim, não é extremamente bom, acima da média no geral com os abrams e outros tanques Alemanha: shift + m1 = win URSS: do nível 1.0 até 4.0 é mediano, mas no nível 4.0-5.7 é o próprio inferno. nos níveis maiores é muito bom com os t-80, t-72 e t-90 Itália: tem alguns tanques alemães copiados no começo, tanques próprios não tão bons até nos níveis altos. abaixo da média no geral Japão: armadura: papelão, canhão: canudo. a experiência nos níveis 1.0 até 5.0 por aí é horrível, mas nos níveis mais altos tem tanques muito bons Israel: o primeiro tanque é nível 6.0 e muito bom, mas precisa ter 4 nações (ussr, eua, frança e reino unido) upados até o tier 4. o 1° tanque é ótimo mas o restante não é muito bom, mas é acima da média com os merkava França: se for jogar nessa nação, use APENAS os tanques americanos copiados, porque os tanques franceses do nível 1.0 até 5.0 são umas latas ambulantes. depois, fica bem bom com o leclerc e outros aí Reino Unido: tem alguns tanques bons no começo, mas a munição não tem explosivo e tem que dar 1 milhão de tiros pra matar um tanque. depois fica um pouquinho melhor com os challenger China: literalmente uma cópia da rússia. nos níveis altos tem uns tanques próprios mas no geral a rússia é melhor Suécia: uma mistura dos russos com alemãos nos níveis baixos; algumas cópias aqui e ali mas geralmente tem bastante tanques próprios. tem um dos melhores tanques nos níveis altos (eu sei que é BR (battle rating) mas fica mais fácil dizer "nível" pra quem não conhece o jogo/não é viciado)
Battlefield 6 tem seus momentos de glória, mas, meu amigo, é uma montanha-russa que descarrila mais do que entrega. Quanto mais tempo eu boto em jogo, pior minha percepção quanto a ele fica: Ponto número 1: O menu é um pesadelo de UX. Sério, parece que alguém da equipe olhou pro catálogo da Netflix e pensou: “Olha, um carrossel horizontal! Vamos enfiar isso no jogo!”. Navegar por ele é como tentar achar um filme bom no streaming às 3 da manhã: confuso, frustrante e você só quer desistir. Ponto número 2: O hype passou, e sobrou um primo distante do Call of Duty. Após a empolgação inicial, fica claro que a DICE quis surfar na onda dos jogos frenéticos tipo CoD. É correr, atirar, deslizar, e rezar pra estar com a arma do meta, porque, se não, boa sorte. Os mapas menores são um caos absoluto, e os maiores? Bem, prepare-se para ser eternamente humilhado por jatos pilotados por ases que parecem saídos de Top Gun. Eles vêm, metem um rasante, te obliteram e somem no horizonte. Derrubar um piloto experiente? Esqueça, o mesmo já sumiu antes de você conseguir dar lock. Ponto número 3: Hitbox e bloom: a loteria da morte. A jogabilidade em média e longa distância é uma roleta russa. O bloom das armas e a hitbox caprichosa transformam cada tiroteio numa questão de sorte. Quem será o escolhido para sair vivo em uma trocação aonde ambos ficam pinando eternamente? Spoiler: provavelmente não é você. Ponto número 4: Campanha? Que campanha? Se você achava que Battlefield nunca foi sobre campanha, BF 6 prova que pode ser ainda pior. É tão genérica que parece um FPS de 2006 baixado de um site duvidoso. Rasa, previsível e com menos carisma que um NPC de tutorial. Ponto número 5: Progressão que não faz sentido. O sistema de progressão é uma piada de mau gosto. Quer uma skin maneira pra sua sniper? Ótimo, agora vai lá jogar 50 horas de engenheiro. É como ter que lavar louça pra ganhar um sorvete. Quem pensou nisso claramente nunca jogou um videogame na vida. Ponto número 6: Mapas que testam sua sanidade: Mapas como os urbanos são um exercício de paciência (ou insanidade). Inimigos brotam de todos os lados — atrás, na frente, dos lados, do teto, do esgoto. É como a famosa frase "Fish in a barrel", porem você é o peixe. Sem 300 mg de cafeína e reflexos de dar inveja em um gato, prepare-se você vai ser humilhado até a finalização da partida.