O Épico do Counter-Strike: da Lan House ao Multiverso Digital 💣 Ah, Counter-Strike... começou lá em 1999, como um modzinho do Half-Life, e acabou virando a religião não oficial das lan houses brasileiras. Milhões de adolescentes gritando “RUSHA B!” enquanto um primo gritava “TEM UM CAMPANDO NO FUNIL!”. Com o tempo, evoluiu: saiu do CS 1.6 com suas granadas quadradas e vozes robóticas, passou pelo Source (que ninguém sabia se amava ou odiava), chegou ao Global Offensive, onde todo mundo virou “investidor de skins” e aprendeu economia mais rápido que em qualquer curso. E agora, com o plataforma, a Valve decidiu mostrar que até a fumaça tem física — e que a granada é mais inteligente que muito jogador de matchmaking. No fim das contas, CS é mais que um jogo: é uma tradição, uma terapia, um grito de guerra entre amigos que ainda acreditam que, um dia, o servidor vai estar limpo de hackers. 🙏😂 Vida longa ao CS! Porque nenhuma bomba plantada no “B” jamais explodiu tanto quanto o nosso amor por esse clássico. 💥
Joguei por algumas horas. É de fato muito bom, como dizem. Então se eu gastar meu tempo a contar-lhes quão imersivos são os sons e efeitos, quão decentes são os gráficos ou quão bem otimizado é o jogo, não estaria inovando. Dessa forma, quero contar-lhes, em vez, de alguns pontos negativos, para que possam ponderar se querem ou não comprar o jogo. São três: 1) ausência de server browser; 2) existência de literalmente bots (robôs) no jogo; e 3) o trabalho intenso na CPU. 1) Ao meu ver, e você pode discordar, o server browser, ou seja, poder pesquisar e escolher o servidor no qual deseja entrar é uma das ferramentas mais importantes num jogo de tiro, por respeito à capacidade decisória e à liberdade do jogador, e também por ser responsável pela longevidade do jogo. Além de que, claro, é algo tradicional no Battlefield e o distingue, por exemplo, do Call of Duty. Na ausência do server browser, enfim, há apenas o click and play que sempre foi a regra na franquia concorrente. Muitas vezes, por conta disso, caí em servidores sem jogadores suficientes para se iniciar uma partida e, algumas vezes, esta teve de ser preenchida com robôs (o que nos leva à próxima crítica — mas segurem ainda primeiro ponto). Imaginem, então, futuramente, lá nos anos em que nem tanta gente estará jogando-o, o quão difícil será encontrar uma partida oficial, sem regras idiotas ou mapa inventado. Eu digo isso porque sim, existe um tipo de server browser, mas serve apenas para as “invenções” da comunidade. 2) Quanto aos robôs, não preciso me alongar. Compramos um jogo multiplayer exatamente para jogar contra pessoas reais. Daí que o uso de bots é inaceitável, sobretudo quando o jogo está no seu ápice — acabou de ser lançado. Ou seja, se no momento com mais jogadores vê necessidade de preencher as partidas com robôs, mesmo que sejam poucos, alguma coisa está errada na ALOCAÇÃO dos jogadores reais dentro das partidas de jogo. 3) Por fim, embora a otimização do jogo esteja excelente, o jogo é um “CPU intensive”. Fique já o aviso. Mas há um suposto problema que muitos apontaram — e do qual sofre meu computador: a CPU chega a altos níveis de uso e, no meu caso, a 100%! Isso acontece em vários tipos de configurações que se vê pela internet, desde CPUs mais fracas a mais fortes. E veja: talvez, só talvez, porque sou um leigo, seja um problema a se resolver, porque pessoas já inventaram uma solução > ao alterar, em notepad do Windows, em pasta dentro do jogo, uma configuração a respeito do uso da CPU. Assim, sem modificar a performance, e ainda, conforme alguns relatos, dando azo a menores temperaturas, houve redução do uso da CPU. Por hora minha avaliação é esta. Peço aos desenvolvedores que dêem uma olhada especialmente quanto aos pontos 1) e 2).