Bom demais, bom pkrl, incrível Faziam anos que eu não fazia uma Pre-Venda de um FPS e ficava tão empolgado com o jogo em seu lançamento. Espetacular, é jato, é helicóptero, é tanque, é bazooka, é infantaria, tem de tudo no jogo mesmo, pra todos os estilos. Espetacular. Jogo extremamente viciante, um tesão absurdo, dezenas de horas jogando sem parar e ainda sim o jogo me prende a cada dia e me faz ter mais vontade de seguir jogando e liberando mais armas pra testar, concluindo desafios, me divertindo demais. Gameplay fluido demais e prazeroso de se jogar, onde independente do seu estilo de jogo você terá diversão. Jogar a BETA do BO7 me fez ter a certeza da compra desse jogo, grato Actvision. Aprofundando um pouco no Review pós 80+ horas de jogo: - Precisa de mais mapas, sendo eles de maior escala e mais variados - Precisa de um tapa no balanceamento de partidas, certos horários tem muito Bot, mesmo com mais de 200 mil Players Online. - Precisa de um balanceamento/Reajuste em certos desafios para liberar Itens, armas, Skins - Precisa de uma correção urgente nos veículos terrestres com misseis teleguiados e no Laser de marcação que deixa pintado, impossível utilizar veículos aéreos em certas partidas por conta de um Glitch que está rolando No restante está muito bom, nada a declarar, e com essas melhorias o jogo estará 10/10 novamente.
Como um jogador de longa data que viu a glória do CS:GO, é difícil não sentir uma profunda decepção com o que o CS2 se tornou. A transição para a nova versão, somada à decisão de torná-lo free-to-play, transformou o que era um dos melhores jogos de tiro tático em uma experiência frustrante e quase impossível de jogar. A Valve prometeu uma evolução, mas entregou um jogo que regrediu em um dos aspectos mais cruciais: a integridade da comunidade. O problema dos cheaters, que já existia no CS:GO, explodiu de forma assustadora no CS2. É impossível entrar em uma partida e ter a certeza de que a experiência será justa. A cada rodada, a sensação é de estar enfrentando um adversário que não joga limpo, com hacks de mira (aimbot), visão através de paredes (wallhack) e outras trapaças que tornam a jogabilidade uma piada. A Valve, que deveria estar protegendo a comunidade e punindo esses trapaceiros de forma rigorosa, parece ter abandonado o jogo. A impressão é que a prioridade não é mais a diversão e a competição, mas sim atrair novos jogadores (e consequentemente, mais vendas de caixas e skins), mesmo que isso signifique sacrificar a qualidade do jogo para os veteranos. Em resumo, o CS2 não é uma continuação digna do legado do CS:GO. O que era um jogo competitivo e desafiador se transformou em um playground para hackers. A Valve acabou com o jogo que muitos de nós passamos anos jogando e amando. A nostalgia do CS:GO fica, mas a esperança de ver o CS2 voltar a ser o que era se esvai a cada partida estragada por um trapaceiro.